
Nesta sexta-feira, 11 de setembro, completam-se 33 anos da
morte do saudoso radialista Félix Santos, um dos grandes nomes da comunicação
radiofônica do Rio Grande do Norte. Se estivesse vivo, Félix teria 65 anos de
idade.
Félix Santos faleceu aos 32 anos, vítima de um acidente
automobilístico ocorrido na noite de 11 de setembro de 1993, na BR-226, na
saída de Currais Novos para Acari, no Seridó potiguar.
Na época, os veículos de comunicação radiofônicos do Estado,
especialmente a Rádio Santa Cruz AM, sofreram uma grande perda com a morte
prematura do comunicador. Durante anos, Félix ocupou horários de destaque no
rádio e conquistou a admiração e o carinho de ouvintes das regiões Seridó e
Trairi.
Ao longo de sua trajetória profissional, atuou como narrador
esportivo, repórter, comunicador e diretor da Rádio Santa Cruz AM, onde exerceu
suas atividades no final da década de 1980 e início dos anos 1990.
Félix também fazia parte de uma família marcada pela arte e
pela música. Seu pai, Elesbão Félix, e seu irmão Losa, ambos já falecidos, eram
sanfoneiros. Outro irmão, Felipe Félix, também seguiu o caminho da comunicação
e atua como locutor em uma emissora de rádio de Currais Novos.
Mesmo após mais de três décadas de sua partida, a memória de
Félix Santos permanece viva entre familiares, amigos, colegas de profissão e
ouvintes que acompanharam seu trabalho no rádio.
Suas raízes familiares continuam ligadas aos municípios de
São Tomé, Currais Novos e Lajes Pintadas, no Rio Grande do Norte, mantendo viva
a história de um comunicador que deixou sua marca na radiofonia potiguar.

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