Equipe de alunos da Universidade
Federal da Bahia foi premiada pela Nasa após desenvolver dispositivo que ajuda
a limpar oceanos
Um projeto sustentável criado
pelo grupo de pesquisa composto por alunos e alunas da Universidade Federal da
Bahia (UFBA) foi premiado com o 1º lugar durante a maior maratona de Inovação
do Mundo, o Nasa Space Apps Challenge International 2019, criado pela Nasa!
Um dos jovens criadores do
projeto, Antônio Rocha, de 20 anos, cresceu em uma comunidade simples. Quando
tinha seis anos de idade, participava das ações socioeducativas realizadas pela
Legião da Boa Vontade (LBV) em sua unidade em Salvador/BA. No local, atividades
como rodas de conversas e oficinas de artes, do saber e de cidadania irrestrita
abordavam com os atendidos temas voltados à sustentabilidade, ao
desenvolvimento social e solidário, à consciência cidadã, entre outros, que
despertaram em Antônio, ainda na infância, o interesse e a atenção pelo cuidado
do ser humano e do mundo.
Sempre muito comunicativo e
atencioso, aproveitou intensamente cada momento vivenciado na unidade da LBV
descobrindo sua vocação para a arte de criar e descobrir o novo. O jovem
Antônio Rocha atualmente cursa Administração na Universidade Federal da Bahia
(UFBA) e, como complemento das suas atividades acadêmicas, integra a equipe
Cafeína Team, formada por outros estudantes de diversas áreas.
A equipe Cafeína Team foi a
desenvolvedora do projeto Ocean Ride — dispositivo para recolher partículas de
microplásticos das águas, ajudando a limpá-las —, vencendo o Nasa Space Apps
Challenge International 2019, maior hackathon do mundo, uma maratona de
programação que incentiva o surgimento de ideias inovadoras para resolver
determinados problemas sociais e/ou empresariais.
O grupo brasileiro ocupou o 1º
lugar entre 2.076 projetos de todo o mundo, ficando entre os 30 finalistas na
primeira etapa no hackathon. Como premiação, os jovens da equipe tiveram a
oportunidade de fazer a apresentação do projeto para a Agência Aeroespacial
Americana.
O projeto
O projeto premiado usou como base o Gerador de Van Der Graff para desenvolver um mecanismo que possa atrair e captar resíduos plásticos nos oceanos. O peixe-robô, apelidado de “Dendê”, tem 50 centímetros de comprimento e coleta partículas de até 2 milímetros. Além disso, ele conta com sensores a bordo que monitoram a turbidez e níveis de luz subaquática, além de utilizar uma Unidade de Medição Inercial (IMU) para rastrear seus movimentos dentro da água. E, para completar, ele também brilha no escuro!
Saiba mais sobre essa e tantas
outras ações cujos protagonistas participaram das atividades da Legião da Boa
Vontade acessando o perfil @LBVBrasil no Instagram e no Facebook.



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