O professor Flávio é pesquisador da história da Comunidade
Quilombola, assim como Maria Lúcia, que
realizou pesquisas posteriores. Ela é bisneta de Gídeo Véio (escravo fujão), e
fundadora do Museu.
A fundação, a manutenção e a continuidade das ações
desenvolvidas por meio do Museu tem como objetivo preservar e difundir a
memória e história da Comunidade.
Através, do trabalho realizado por esses pesquisadores, a
comunidade pode entender melhor a sua origem, buscando compreender que o
reconhecimento enquanto Comunidade Quilombola, se deu através da existência de
Gídeo Véio, um "escravo fugido" das fazendas de gado da região de
Santa Cruz - RN, nos séculos XVII e XVIII, refugiando-se no Olho d'água, que é
uma nascente situada dentro da Comunidade.
O Museu Quilombola Gídeo Véio foi fundado no ano de 2016,
tornando-se um marco de afirmação da existência da Comunidade Quilombola de Gameleira, a qual
fica localizada no município de São Tomé - RN.
No ano de 2020, a instituição apresentou dois projetos, os quais foram contemplados pela Lei Emergencial Aldir Blanc, um proposto pela professora Ana Paula Galdino, integrante da Comunidade Quilombola, e responsável pela comissão de Ações Educativas e Culturais do Museu, junto ao professor João Paulo. E o outro projeto foi apresentado pela ong CECOP.
Com esses recursos financeiros foram adquiridos equipamentos,
recursos tecnológicos para produções gráficas e audiovisuais, e no momento, o
espaço físico está passando por um processo de modernização, melhorando assim,
não só a estrutura como também a organização de todo o acervo de objetos
disponíveis, visando a sua reinauguração. Texto: Ana Paula Galdino / Fotos:
Paulo Gomes!











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