O Ministério da Cidadania vai bloquear o pagamento do Bolsa
Família a beneficiários de famílias que doaram recursos financeiros durante a
campanha eleitoral de 2020, bem como a prestadores de serviços e candidatos
eleitos.
Os procedimentos, a serem adotados pelas gestões de cada
município, foram publicados pelo governo federal nesta segunda-feira (4/1), em
instrução normativa, no Diário Oficial da União (DOU).
Logo em janeiro, famílias que tiverem integrantes identificados como candidatos eleitos nas eleições de 2020 ou que declararam à Justiça Eleitoral patrimônio superior a R$ 300 mil terão os benefícios do Bolsa Família cancelados. Do Metrópoles!


Quebradeira, empreguismo, nepotismo, vandalismo e coisa e tal.
ResponderExcluirO presidente informou a alguns dos seus apoiadores que o Brasil está quebrado e, por essa razão, ele não pode fazer nada.
Há prefeito constitucional, por aí afora, cuja posse no elevado cargo ocorreu exatamente há sete dias, que já nomeou (empregou) de uma tacada só, no curto espaço de tempo, os três filhos dele para o comando de quatro secretarias municipais e o gabinete civil da prefeitura. Esse alcaide começou a caminhada com muita sede ao pote, como se diz lá pelos sertões do Potengi, Trairi e Seridó do Rio Grande do Norte.
Ainda no início das atividades dos recém-empossados dirigentes municipais, uma jovem gestora de uma pequena urbe do interior, numa ação desproporcional de arrogância e de prepotência, mandou o trator da prefeitura derrubar uma praça que estava em construção na cidade. Agora, aqui, cabe uma pergunta: será que essa autoridade municipal, diante do flagrante ato de vandalismo praticado logo nos primeiros dias de gestão, agiu de boa-fé e conscientemente ao destruir um bem do povo, sob os aplausos de supostos apoiadores e ou de possíveis puxa-sacos? Com a palavra os órgãos de fiscalização competentes.
Que os demais prefeitos não sigam o mau exemplo de alguns dos ‘’ilustres’’ colegas.
Hercílio Luz Jr.