O discurso contra a corrupção e a criminalidade está na boca
dos candidatos no segundo turno das eleições. Mas, independentemente de quem
vencer a disputa neste domingo (28), o Brasil elegerá um presidente réu, um
fato inédito desde a redemocratização do país, segundo pesquisa feita pela
reportagem com ajuda de especialistas no tema.
Tanto Jair Bolsonaro (PSL) como Fernando Haddad (PT)
respondem a ações penais ou de improbidade administrativa. Eleitos, os casos a
que eles respondem não serão solucionados pela Justiça porque a Constituição
determina que processos contra presidentes da República sejam suspensos durante
o mandato.
Na prática, vão
governar com uma "espada sobre a cabeça", sem a população saber se
são culpados ou inocentes dos crimes ou irregularidades dos quais são acusados.
Do Uol!


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