Entidades que representam
magistrados da Justiça do Trabalho têm discutido com grupos de procuradores
formas de descumprir a lei da reforma trabalhista, recentemente aprovada, e que
entrará em vigor em novembro. A armação inclui doutrina e distribuição de
cartilhas para subsidiar decisões ignorando a nova lei, por razões ideológicas
e pelo temor de esvaziamento. E até futura extinção da Justiça do Trabalho. Por
Cláudio Humberto!


Nenhum comentário:
Postar um comentário