sábado, 10 de maio de 2014

TCU condena ex-prefeito de Extremoz a devolver R$ 2milhões

O ex-prefeito de Extremoz, Enilton Batista da Trindade, foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em sessão ordinária de 15 de abril de 2014, a devolver aos cofres da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) a quantia de R$ 2.352.488,90, acrescida de juros, correção Pelo IPCA-E e multa no valor de R$ 200.000,00.
A condenação refere-se à contratação do Esgotamento Sanitário de Extremoz, cuja obra custaria três milhões de reais e somente foram realizadas 39,82% da obra, sendo pago, 80% antecipadamente. O ex-gestor também terá seus direitos políticos suspensos por oito anos.
A decisão dos ministros do TCU, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, ocorreu em função das irregularidades na aplicação dos recursos repassados pela Funasa ao Município de Extremoz por meio do Convênio 1.342/2004, cujo objeto era a execução de sistema de esgotamento sanitário no município, foi a de considerar revel o ex-prefeito.

Deu no blog Marcos Dantas

3 comentários:

  1. É aí que reside o grande problema e a formação da dor cabeça que virá.

    Quando o dinheiro federal entra na conta da entidade pública é uma farra só. O barulho dos paredões de som e o pipocar dos fogos de artifício, nos quatro cantos da cidade, infernizam o sossego e a normalidade da vida das pessoas. As churrascarias, bares, restaurantes, e quiosques de açaí, espalhados nos canteiros públicos, sem donos e entregues às baratas, são os pontos de encontro da nova sociedade. Alguns vereadores, empreiteiros, comerciantes, emboladores de roda, puxa-sacos, e outras figuras do mundo político, mudam os hábitos, as amizades, e trocam ou abandonam as próprias mulheres, de forma vaidosa, humilhante e descabida.

    O cheiro do azinhavre do dinheiro público tem modificado, ao longo do tempo, o comportamento e o modo de viver dos palacianos de plantão, e dos candidatos a novos ricos. Uma mão invisível foi descoberta vendendo chão de casa de vinte por setenta contos de réis, lá para as bandas do cafundó de Judas, lugar que o vento faz a curva. Os fiscais da lei já conhecem essa história imoral e de enriquecimento ilícito.

    Saddam Hussein, político e estadista iraquiano, cagava e mijava numa latrina de ouro, cuja higiene pessoal era feita a vácuo, lavava as mãos num lavatório também de ouro, e as enxugava numa toalha de seda. De pura seda. Era tudo de prata, ouro e seda. O cara vivia num luxo danado.

    A ressaca vem depois da farra, acompanhada de tristeza, choro, agonia, desolação e, às vezes, cadeia para alguns bazófios.

    Saddam foi julgado por crimes contra a humanidade e condenado à morte por enforcamento. Os carrascos do governo do então presidente Bush levaram-no ao cadafalso na noite de 30 de dezembro de 2006. Estava em Maceió, na praia de Jatiúca, quando assisti pela TV do hotel, aquela cena horrível e covarde de estrangulamento de um ser humano indefeso. Por mais bandido, criminoso e violento que seja o sujeito, ninguém merece ser morto nas circunstâncias impostas ao ex-presidente do Iraque. Os assassinos de Saddam foram muito mais violentos do que o próprio Hussein.

    Os dois ‘’Zés’’ do esquema do mensalão do PT - Dirceu e Genoíno -, estão hospedados na Papuda, dormindo, comendo e bebendo sem fazer nada ou dar um prego numa barra de sabão. Isso é resultado de conluio e de cheiro do zinabre.

    Esse povo é tão metido ao ponto de dar a vida pelo brilho dos holofotes. Só anda nos trinques, na pinta, de paletó e gravata, carro importado, ou avião, tudo a custa do dinheiro público. É uma verdadeira farra, mas é aí que reside o grande problema e a formação da dor de cabeça que virá.

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    1. A forte dor de cabeça produzida pela ressaca poderá comprometer a base de sustentação dos chifres de alguns envolvidos na farra do dinheiro público.

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  2. Está enganado quem pensa que só existem aqueles dois ''Zezinhos'' do mensalão do PT do Lula e da Dilma. Não. Existem muitos outros por aí afora. Há milhares de outros ''Zés'' espalhados por este continente de 8,5 milhões de quilômetros quadrados. As repartições públicas estão superlotadas de parasitas. Quem sabe, bem pertinho de você, ao lado ou à frente da sua casa, não haja algum ''Dê'', ''Ene'', ''Agá'', ou ''Zê'', desviando a verba da Saúde, Educação, Segurança, Iluminação, Lazer, Agricultura, Esporte, Assistência Social, Serviços Urbanos. Afinal, tudo é possível, inclusive o impossível de acontecer.
    Aqui é o país da ratazana. Da ratazana que mente, enrola, ilude, come o queijo, o bolo, para viver de turismo (já criação até Secretaria de Turismo!), passeando de avião, trajando terno fino, paletó e gravata, para lá e para cá, para cima e para baixo, com hospedagem em hotéis de luxo e alimentação em restaurantes de alto padrão. A churrascaria Porcão, no Conjunto 35, na Asa Sul de Brasília, é um dos pontos prediletos desses engravatados. Lá, uma garrafinha de vinho fica na faixa de R$ 1.200,00, para os ''bacanas'' menos exigentes. Se é que há ''menos exigentes'', quando se trata do uso dinheiro público nas farras e noitadas da vida airada e boêmia da pilantragem.
    O fato é que já tem engravatado pagando na cadeia o luxo que usufruíra com o desvio do dinheiro do povo, ou da merenda escolar do estudante pobre, de baixo poder aquisitivo ou de baixa renda.

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