O guarda-noturno está fazendo a
sua ronda quando se depara com um bêbado, cantando em cima de um poste.
- Ei, posso saber o que você tá
fazendo aí em cima?
- Eu bebo porque é líquido! –
respondeu ele.
O guarda ficou nervoso e ordenou:
- Desça daí agora senão eu atiro!
O sujeito ficou com medo e desceu
do poste, cambaleando. Quando enfim ele chegou no chão, o guarda o abordou:
- Quem é você?
E o bêbado:
- Ué, você não se lembra? Eu sou
o mesmo que tava lá em cima!

EXERCITE SEU DEVER DE CIDADÃO.
ResponderExcluirVocê pode não gostar do prefeito da sua cidade. Pode não gostar dos secretários da prefeitura. Tudo bem. Afinal, ninguém é obrigado a gostar ou a não gostar de ninguém.
Entretanto, você não pode fazer chiqueiro de porco ou de galinha, no quintal da sua casa, gerando, em consequência, uma insuportável fedentina, ou um mau cheiro de fela da puta, produzindo o desconforto e afetando a qualidade de vida do morador da circunvizinhança.
Você não pode também jogar o lixo da sua casa ou do seu chiqueiro (chiqueiro do porco ou da galinha), para atrair o rato, o mosquito, a mosca, a barata, a doença, ou até mesmo o animal peçonhento. Tudo para bem perto de você ou do seu vizinho.
A cidade nem é do prefeito nem é do vereador. A cidade nem é do padre nem é do padroeiro. A cidade nem é do delegado nem é do pastor. A cidade nem é minha nem é sua. A cidade é um bem público. É um bem do povo. Você tem a obrigação de zelar, e de ajudar a cuidar bem da comunidade. Não jogue o lixo que você produz na sua casa ou no seu quintal, na rua em que você mora, ou no bairro em que reside o seu vizinho, a fim de não infernizar a vida da comunidade.
Jogar o lixo que produz, na rua, no canteiro, ou em qualquer outro lugar inadequado para tal procedimento é o sinal inequívoco de falta de educação ambiental e até da boa convivência em sociedade.
Você pode ser adversário do prefeito, do governador, do presidente da República, ou de quem danado seja, mas não pode ser adversário da comunidade em que vive. Jogue o seu lixo na coleta, e não na rua ou na porta da casa do seu vizinho. Pois bem, meu amigo! Exercite, com unhas e dentes, o seu dever de cidadão para não ferir o direito de cidadania do seu vizinho, ou do próprio ambiente coletivo.