A cada ano 3 milhões de pessoas morrem em todo o
mundo em decorrência de doenças associadas ao fumo. No Brasil morrem 200
mil pessoas por ano de doenças relacionadas diretamente ao fumo. São 8 a 10
pessoas por hora!
90% dos casos de câncer do pulmão, 30% de
todos os outros cânceres, 85% das doenças pulmonares obstrutivas (enfisema e
bronquite) e 50% das doenças cardiovasculares estão associados ao fumo. Das
4.720 substâncias contidas no cigarro, cerca de 60 a 70 são cancerígenas.
A probabilidade
dos homens fumantes se tornarem sexualmente impotentes é duas vezes maior do
que naqueles que não fumam.
O fumante passivo tem um
risco 30% maior de morrer por doença cardiovascular ou câncer de pulmão do que
quem não está exposto diariamente à fumaça de cigarro. Por isso parar de
fumar não somente beneficia o usuário, mas também quem convive com o mesmo, se
tornando um verdadeiro ato de altruísmo.
Com tudo isso exposto
anteriormente, é uma missão a erradicação desta prática que tanto ceifa vidas,
inclusive de inocentes, como também onera os cofres públicos. Para isso deve
haver não apenas políticas públicas estabelecidas, mas principalmente: o
compromisso dos profissionais de saúde em envolver-se na causa; e a humildade e
reconhecimento dos usuários/dependentes, bem como de suas famílias e amigos
através de apoio, em pedir ajuda e empenhar-se nos tratamentos necessários.
Por Pablo Renoir Fernandes de Sousa
Farmacêutico e Bioquímico de Nosso Município



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