quinta-feira, 26 de abril de 2012

Estudo comprova que para conquistar uma mulher é preciso mentir muito

Um estudo feito pela Fundação SS (Solteiros Solitários) comprovou que a mulher só se conquista na base de muita mentira. Se o homem não mentir fica impossível conquistar o coração da uma mulher. “O coração feminino precisa ser enganado com firmeza para ter confiança no homem”, aponta a pesquisa.
O homem que mente mais, conquista mais, faz mais sucesso e vive rodeado de mulheres apaixonadas. Já o homem sincero e verdadeiro, que não mente, não consegue conquistar ninguém e fica sempre para trás.
Ainda de acordo com os estudos da SS, o homem que não mente, além de não conseguir conquistar, também é esnobado, chutado e jogado no lixo.
Mas a pesquisa diz ainda que não é qualquer mentira que derrete o coração das mulheres. É preciso saber mentir muito bem a ponto de parecer verdade.


Robson Pires


2 comentários:

  1. Não vou fazer escola de mentiroso para conquistar o coração de ninguém. Prefiro a verdade, com mesmo com prejuízo.

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  2. É preciso saber que a corrupção é um subproduto da mentira. Mentir é um ato de feiura e não cabe aos justos fazè-lo. Não. Nem para conquistar o coração de uma linda mulher.

    SINTO VERGONHA DE MIM, POR CAUSA DA AÇÃO DESONESTA DE ALGUNS.

    Sinto vergonha de mim, por ter sido educador de parte deste povo, por ter batalhado sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade, e por ver este povo já chamado varonil, enveredar pelo caminho da desonra.

    Sinto vergonha de mim, por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente a derrota das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o ‘eu’ feliz a qualquer custo, buscando a tal ‘felicidade’ em caminhos eivados de desrespeito para com o seu próximo.

    Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos ‘floreios’ para justificar atos criminosos, a tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre ‘contestar’, voltar atrás e mudar o futuro.

    Tenho vergonha de mim, pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por caminhos que não quero percorrer…
    Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço. Não tenho para onde ir, pois amo este meu chão, vibro ao ouvir o meu Hino e jamais usei a minha Bandeira para enxugar o meu suor, ou enrolar o meu corpo na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

    Ao lado da vergonha de mim, tenho tanta pena de ti, povo deste mundo!

    ‘De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude. A rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto’.
    (Ruy Barbosa)

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