Rafaela contou que a família fez de tudo para afastar Rafael do mundo
do crime. Segundo ela, o jovem tinha uma vida secreta e paralela, com
amizades que o levaram a práticas de delitos como assaltos, sequestros
relâmpago e arrombamentos de caixas eletrônicos que fizeram com que o
rapaz estudante de direito numa faculdade da capital e que era amado por
todos os familiares, virasse alvo de investigação da polícia. Rafael
fazia exatamente aquilo que não precisava fazer.
O jovem de classe média e boa aparência, frequentava os melhores
ambientes de Natal. A família tentava de todas as formas afastá-lo do
mundo do crime. As reuniões familiares e com a própria irmã, eram sempre
cercadas de conselhos e promessas de mudanças. Até mesmo o curso de
direito, foi um presente do pai para que ele abandonasse a vida do crime
e fizesse o que tanto sonhava que era o curso de Direito.
Naquela madrugada de sábado, a família recebeu uma ligação telefônica
que já esperavam, mas, que lutaram tanto para não recebê-la: “Rafael
foi morto num confronto com a polícia”.
Apesar
de reconhecer a legitimidade da vida pregressa de Rafael, a irmã dele
prefere aceitar o final trágico do jovem de uma forma menos dolorosa.
Segundo ela, daqui pra frente a família irá se dedicar a trabalhos de
orientação para jovens em escolas e grupos religiosos. "Temos que usar
para algum fim o que de alguma forma a vida nos ensinou ao longo desses
anos, para que pessoas como Rafael não tenham o mesmo fim que ele teve",
comentou.
Diante de toda a tragédia, a família ainda busca forças para superar e
que reverter a situação, quando tomou a decisão que a partir de agora,
vai se dedicar a trabalhos sociais voltados para a orientação aos jovens
em escolas e grupos religiosos.
por: Rádio Santa cruz/AM

Na história deste País, há tanta gente vinculada ao mundo do Direito envolvida em falcatrua, roubo, furto, assalto, falsidade ideológica, desvio do dinheiro público, assassinato, sequetro...
ResponderExcluir"quem procura acha", diz um perfeito ditado popular. Não interessa se era de classe média, baixa, alta, tampouco se era universitário ou não, aliás, se era universitário e tinha essa conduta, demonstra que a sociedade não perdeu grande coisa. Já chega de crápulas de gravatas sendo ovacionados apenas por que usam ternos finos e vivem à frente das telas de TV. Tá na hora dos hipócritas de plantão assumirem que quando não se tem caráter, pouco importa a classe social a que pertencem....Carlos Leite.
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