quinta-feira, abril 27, 2017

Lajes Pintadas: PRF prende assassino do soldado Fernando Quirino


Policiais Rodoviários Federais (PRF) prenderam na noite desta quarta-feira (26) por volta das 21:30h, no Posto de Fiscalização de Macaíba/RN, um elemento chamado João Batista Ribeiro de Queiroz que portava um revólver calibre 38, com 20 munições e identidade falsa.

Em consulta realizada no sinesp foi identificado que este cidadão é fugitivo do sistema penitenciário de Brasília, por assalto em um mercadinho em São Tomé que resultou na morte de um Policial Militar, como também de um homicídio a uma Senhora Chamada Selma em São Francisco do Oeste.

Relembre o caso

O foragido é acusado de ter matado a tiros PM Fernando Quirino do Nascimento, crime cometido no dia 5 de novembro de 2012 na zona rural de Lajes Pintadas, RN.

O assassinato se deu após o meliante e um comparsa assaltarem dois mercadinhos em sequência nas cidades de São Tomé e São Paulo do Potengi. Na fuga o sargento Emanuel e o soldado Fernando, ambos de Lajes Pintadas, interceptaram os assaltantes em uma estrada minutos após serem acionados. Houve um tiroteio e os policiais acabaram baleados.

O sargento Emanuel foi atingido por um tiro, levado ao hospital, cirurgiado e sobreviveu sem sequelas. Já o soldado Fernando foi atingido por três tiros e morreu no local.


3 comentários:

  1. Duas vezes ou três foi capturado e fugiu da prisão. Esperamos que desta vez sejam mais cuidadosos.

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  2. O comparsa desse meliante - um sujeito de nome Emanoel de Lima Valdevino, o ‘’Galego’’ -, que foi preso preventivamente, processado, julgado e condenado pela Justiça na Comarca de Santa Cruz, a mais de 40 anos de reclusão, está foragido do presídio de Parnamirim, na Grande Natal. Por quê? Porque a estrutura do sistema prisional brasileiro é falha e deficiente.

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  3. Acho que o camarada Ivanaldo está certo. A polícia investiga, o MP denuncia, a Justiça julga (absolve ou condena) e manda o condenado para o sistema penitenciário. O problema é que o sistema é falho. Aí o cara demora pouco tempo por lá, no presídio, e pega o beco. Sai pronto para matar, roubar, e fazer novamente tudo o que não presta.

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